66.

A nicole e o tejo - das minhas combinações preferidas.

65.

Gosto como sei logo quais são as fotos que a Ângela tira, porque enquadramento nunca foi muito com ela.

64.

A rapariga que roubava livros
Devo dizer primeiro que, se não me tivesse sido recomendado tantas vezes, nunca pegaria neste livro por iniciativa própria. Assumia que era apenas mais uma história melodramática com a 2º Guerra Mundial como fundo, mas é bem verdade que nunca devemos julgar um livro pela capa nem pelos imediatismos. Da primeira à última página, este livro segurou o meu coração nas mãos. Nunca, em 453 páginas, houve um único segundo onde eu me aborrecesse com descrições exaustivas de pessoas ou locais. Nunca senti necessidade de que a história avançasse mais depressa ou parasse para que eu a pudesse absorver como deve ser. Habilmente escrito, om comentários pessoais da morte que me fizeram muitas vezes esboçar um sorriso de compreensão e uma Liesel que, com tão pouco, foi sempre tão cheia.  

63.

Estou a meio de uma mudança interior - e sim, implica sair da minha zona de conforto. oh, como implica sair da minha zona de conforto.

62.

O teu amor é como a gelatina de morango que moldamos e cortamos para ficar da forma que queremos, e sabe sempre bem.
(Para a lis, que quer sempre que eu descreva o amor dela.)

61.

Dos segredos:
Sempre que me dizem "Até um dia destes" viro logo costas, porque dias desses nunca chegam.